10 perguntas a Paulo Jesus

Published on November 25, 2022

Paulo Jesus é natural de Viana do Castelo, tem 49 anos, é casado e tem 3 filhas. 

É Licenciado em Eng. e Gestão Industrial (IST) e frequentou ao longo da sua carreira vários programas executivos em escolas de referência (IMD, NOVA, Insead, IE, CCL, Católica, Kellogg).

Atualmente é Head of Learning & Innovation no grupo Jerónimo Martins. Fez uma parte significativa da sua carreira no Banco Espírito Santo em diferentes funções: Director Banca Telefónica, Diretor Coordenador Dep. de Qualidade, Diretor Coordenador da Universidade Corporativa, Director Coordenador do Dep. Organização, Administrador não executivo da CONTACT. 

O Paulo mantém desde há muito tempo uma forte ligação ao meio académico. Foi Administrador não executivo do Lisbon MBA, Presidente Conselho Fiscal NOVA Formação Executivos, Membro Conselho fiscal Lisbon MBA. Actualmente é membro conselho consultivo da formação executiva da Católica. É também docente convidado em programas de formação executiva.

Porquê o Técnico?
Porque quem sabe que tem talento e é ambicioso tem que aprender com os melhores, tem de escolher a melhor universidade em Portugal, o Técnico.

Pode falar-nos um pouco dos seus estudos no Técnico?
Escolhi o curso de Eng. e Gestão Industrial. O curso tinha sido lançado no ano anterior e decidi arriscar num curso que não tinha ainda licenciados em Portugal. Foram 5 anos exigentes. Na parte final do curso tive oportunidade de colaborar com a JUNITEC e fiz um também um projecto no ITEC.

Qual foi a melhor parte do seu curso? E a mais desafiante?
Tudo contribuiu para uma avaliação muito positiva, o curso em si mesmo, os colegas, os professores e todo o ecossistema da Universidade. A melhor parte para mim foi conhecer um pouco das várias engenharias do Técnico, a gestão, os projetos. Gostei do currículo por ser muito transversal. A parte mais desafiante foram, sem dúvida, as análises matemáticas, no meu tempo eram 3!

No Técnico, teve alguma figura inspiradora? Quem e porquê?
O Prof. Diamantino Durão, na altura presidente do Conselho Diretivo, com quem tínhamos uma grande proximidade. Sentava-se a falar connosco com a naturalidade que o caracterizava. Recordo-me também do Sr. Carvalhosa, da sua simpatia, disponibilidade e alegria por cada aluno que concluía o curso e a quem lançava os foguetes.

Qual é a sua melhor recordação do Técnico?
Não obstante a exigência de estudo imposta pelo Técnico, houve tempo para tudo o que um universitário deve viver nesse período. Como tive a felicidade de ter feito no Técnico amigos para a vida, são inúmeras as histórias de aulas, exames, festas, etc. que partilhamos regularmente, de vários bons momentos que foram vividos no momento certo.

O que o faz ter orgulho em ser alumnus do Técnico?
É um duplo orgulho porque a minha filha mais velha licenciou-se em Eng. e Gestão Industrial no Técnico. Tendo em consideração que eu fui dos primeiros a concluir a licenciatura devemos ser provavelmente um dos primeiros casos pai/filho com licenciatura em Eng. Gestão Industrial.

Que conselhos daria aos estudantes atuais?
Na verdade dou 2 conselhos.
1º) Apliquem-se, porque o mercado está cada vez mais exigente e só os melhores vão ter as melhores oportunidades.
2º) Algumas disciplinas do Técnico podem aparentemente não parecer úteis mas, mais tarde na vida profissional, vão perceber a sua utilidade. Confiem!

Que palavra ou frase usaria para descrever os alumni do Técnico?
Se é alumni do Técnico tem que ter capacidade de trabalho, é um profissional com boa capacidade analítica e é de certo muito resiliente.

De que mais se orgulha na sua vida?      
O nosso maior projeto de vida é a família. Esse é o meu maior orgulho! Curioso que também nessa dimensão o Técnico teve um papel importante. Embora a minha mulher não tivesse tirado o curso no Técnico, conhecia-a no Técnico!

Tem uma citação ou frase favorita?
"Quando tudo parece estar contra nós, lembra-te que o avião levanta voo contra o vento".