
O especialista em Inteligência Artificial que fez voar os drones portugueses até ao unicórnio
Do Técnico até aos céus da Ucrânia, Ricardo Mendes pilotou a Tekever até valer mais de mil milhões. O cientista/gestor de Inteligência Artificial diz, contudo, que a viagem ainda está no início.
Lisboa, Instituto Técnico Superior, 2001: Ricardo Mendes e quatro colegas de engenharia informática decidem lançar a Tekever, para aproveitar novas oportunidades na intersecção entre redes de comunicação, inteligência artificial (IA) e sistemas distribuídos. “Bootstrapped desde o Dia 1″, lê-se no site da empresa, referindo-se ao termo na gíria inglesa para descrever um negócio que arranca apenas com os recursos dos fundadores, sem capital de risco ou empréstimos.
“Tínhamos pouco mais de 20 anos”, recorda Mendes ao ECO. “Éramos um grupo de engenheiros fascinados com a ideia de criar algo nosso mas, acima de tudo, revolucionário: cruzar a inteligência artificial com a área dos sistemas distribuídos.” O sonho era de reunir a ciência à imaginação para elevar essas áreas a novos patamares e para resolver problemas que nem sequer tinham sido concebidos ainda. “Partiu tudo da ideia de que todas as coisas iriam estar ligadas através da Evernet — um conceito que, afinal, se veio a chamar Internet e que deu origem ao nosso nome, nasce do conceito de “Technologies for the Evernet”.
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“Hoje, ao olhar para a Tekever como líder europeia de sistemas aéreos baseados em inteligência artificial, vejo essa mesma chama inicial, só que agora já com uma escala global“, salienta. “Mas penso que todos sentimos que, apesar da história e da dimensão que já temos, ainda estamos no início da viagem.”
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