Uma rede de transportes à espera da Inteligência Artificial

Published on May 10, 2023

Gonçalo Caseiro explora como a IA pode ajudar a "antecipar" as necessidades dos utilizadores da rede de transportes, bem como a adaptar a oferta à tipologia dos clientes, às horas do dia (com maior ou menor afluência), às zonas da cidade com mais utentes, e entre muitos outros aspetos.

A discussão gira em torno da implementação do conceito de "cidade dos 15 minutos" em Lisboa, que prevê a descentralização da cidade em relação ao automóvel, com escolas, comércio, serviços e local de trabalho a 15 minutos de distância. Entretanto, os usuários dos transportes públicos urbanos enfrentam atrasos e problemas técnicos, e a falta de dados e transparência torna difícil melhorar a eficácia e eficiência dos transportes.

A inteligência artificial pode ajudar a antecipar as necessidades dos usuários, adaptar a oferta à demanda e melhorar a segurança. No entanto, é preciso evitar a discriminação e proteger as franjas mais desprotegidas da sociedade, além de descentralizar o poder sobre essas estruturas de inteligência artificial para evitar a desconfiança popular. O objetivo é melhorar a rede de transportes em Portugal, tornando-a mais eficiente e centrada no cidadão, e alcançar uma verdadeira "cidade dos 15 minutos".

O ponto determinante neste momento é melhorar a rede de transportes em Portugal, seja o metro, comboios, barcos, táxis ou TVDE (que já utilizam alguma inteligência artificial nos seus dispositivos) para que a metrópole seja, de facto, uma cidade dos 15 minutos.

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